Era inicio dos anos 2.000, eu acabava de me matricular no curso de Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) na Faculdade Europan, que mais tarde se tornaria Estácio. Já nos primeiros meses comecei a procurar estágio na área. E não é que com menos de 06 meses de curso eu já conseguiria um?Ingressei como estagiário na FORMATO BRASIL REPRESENTANTE DE VEÍCULOS DE MÍDIA. E foi lá que me apaixonei pelo atendimento. No estágio, fazia atendimento direto as principais agências de publicidade de São Paulo. Ainda tinha medo de pisar em uma YOUNG RUBICAM, pois naquele momento parecia que apenas executivos seniores tinham acesso. Pois bem, permaneci na Formato até depois de me formar. Lá fiz amigos, conheci veículos, novas agências, aprendi a me relacionar com as pessoas e a perder o medo de falar com elas. Em 2008 a Formato fecharia as portas, mas antes que isso acontecesse, recebi a proposta de um dos veículos que a empresa representava. O Jornal Cinform de Aracaju. A ideia deles, já naquele ano era ter um executivo em São Paulo trabalhando em Home Office, que levasse ao mercado as oportunidades de publicidade no jornal. Aceitei! E por lá permaneci até meados de 2009. Só saí porque o jornal recebeu a proposta de um outro representante, com estrutura e sem precisarem de investimento para se manter. Eles aceitaram, mas eu não quis seguir para esta nova empresa. Passei alguns meses fazendo “jobs” e entendendo o que eu realmente podia fazer. E, ainda sim trabalhava paralelamente o mesmo jornal, que me permitiu continuar alguns contatos. E foi em um desses que conheci a Essiê Publicidade. Na recepção da mesma Y&R que lá atrás eu tinha medo de atender. Eu com minha mochila e uma sacola personalizada com o nome do jornal de fora a fora, chamei a atenção de dois então diretores da Essiê Publicidade, um deles era simplesmente a irmã da proprietária da empresa. Trocamos cartões, mas não nos falamos naquele momento. O Natal estava chegando e eu, somente com jobs. Resolvi então reorganizar minhas coisas e foi quando encontrei em minha mochila o cartão da Essie Publicidade. Pensei: Vou enviar um e-mail e perguntar se sabem de alguma vaga no mercado, algum veículo, rádio ou jornal... assim fiz.Porém, recebi como resposta que a Essie justamente estava a procura de um executivo e que tinha entrado em contato em boa hora. Marcamos a entrevista. E, antes do Natal de 2009 eu estava contratado. Daí em diante foi só crescimento! De executivo de SP passei a atender Campinas, depois RJ, BH, Curitiba, virei Gerente, viajei o Brasil, virei diretor e aqui estou! Feliz